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PSICOLOGIA

Um espaço para ser ouvido.

Acompanhamento psicológico para diferentes fases da vida.

A CONSULTA

Um espaço de escuta e compreensão.

A avaliação psicológica permite conhecer as dificuldades, o contexto e os objetivos de quem procura acompanhamento. O percurso é discutido com o profissional.

PSICOLOGIA DO ADULTO

Um espaço para compreender
o que está a viver.

Conheça os temas de acompanhamento, incluindo Neuropsicologia e intervenção cognitiva. Abra cada tema para saber mais.

Lidar com a preocupação

Ansiedade e stress

Preocupação persistente, tensão ou dificuldade em desligar podem interferir no descanso, no trabalho e nas relações.

Conhecer o acompanhamento: Ansiedade e stress

Compreender o que sente

A avaliação procura perceber em que situações surgem as dificuldades, como se manifestam e qual o impacto no dia a dia. Considera também o sono, as exigências atuais e os recursos de que dispõe.

Construir estratégias

O acompanhamento pode ajudar a reconhecer padrões de pensamento e comportamento, gerir emoções e desenvolver formas de lidar com situações exigentes. Os objetivos são definidos consigo.

Informação complementar · NHS (em inglês, abre numa nova janela)
Dar atenção ao sofrimento

Humor e depressão

Tristeza persistente, perda de interesse, desânimo ou isolamento são motivos para procurar apoio.

Conhecer o acompanhamento: Humor e depressão

Uma avaliação individual

A consulta considera a duração das alterações, a sua intensidade e o impacto na rotina. Não é necessário ter um diagnóstico prévio para pedir ajuda.

Acompanhamento articulado

A intervenção psicológica procura apoiar a compreensão das dificuldades e a recuperação de atividades significativas. Quando necessário, pode ser proposta avaliação médica ou psiquiátrica. Psicologia e tratamento médico podem complementar-se.

Informação complementar · NHS (em inglês, abre numa nova janela)
Atravessar momentos difíceis

Luto e mudanças de vida

Perdas, separações, doença ou mudanças pessoais e profissionais podem exigir um tempo de adaptação.

Conhecer o acompanhamento: Luto e mudanças de vida

Respeitar o seu percurso

O luto não tem uma sequência obrigatória nem um ritmo igual para todos. O acompanhamento oferece espaço para falar da experiência e do seu impacto, sem transformar todas as reações de sofrimento numa doença.

Encontrar apoio

A intervenção pode ajudar a lidar com emoções difíceis e a reorganizar o quotidiano. A necessidade de acompanhamento depende do sofrimento, das dificuldades sentidas e dos recursos disponíveis.

Informação complementar · NHS (em inglês, abre numa nova janela)
Conhecer-se e comunicar

Autoestima e relações interpessoais

Autocrítica, insegurança ou dificuldade em expressar necessidades e estabelecer limites podem ser trabalhadas em consulta.

Conhecer o acompanhamento: Autoestima e relações interpessoais

Reconhecer padrões

O acompanhamento individual permite explorar a relação consigo e com os outros, os padrões que se repetem e as situações que lhe causam desconforto.

Definir mudanças possíveis

Podem ser trabalhadas competências de comunicação, regulação emocional e tomada de decisão, com objetivos ajustados à sua realidade. Este acompanhamento individual não equivale a terapia de casal ou familiar.

Informação complementar · NHS (em inglês, abre numa nova janela)
Compreender as funções cognitivas

Avaliação neuropsicológica

Esquecimentos, dificuldade de concentração ou alterações na organização das tarefas merecem ser compreendidos no seu contexto.

Conhecer o acompanhamento: Avaliação neuropsicológica

O que pode ser avaliado?

A avaliação pode explorar memória, atenção, linguagem, velocidade de processamento e capacidades de planeamento. Combina entrevista e instrumentos adequados à idade, escolaridade e motivo do pedido.

Como são interpretados os resultados?

O desempenho é considerado em conjunto com a história clínica, o estado emocional, o sono e outros fatores. Um resultado isolado não estabelece um diagnóstico de demência ou de outra doença neurológica.

Orientar o acompanhamento

As conclusões ajudam a identificar dificuldades e capacidades preservadas, orientar estratégias e, quando necessário, articular cuidados com outras áreas. O objetivo e as condições de eventual relatório são esclarecidos antes da avaliação.

Informação complementar · North Bristol NHS Trust (em inglês, abre numa nova janela)
Mobilizar capacidades

Estimulação cognitiva

Atividades adaptadas para mobilizar a memória, a atenção, a linguagem e outras capacidades, com significado para a pessoa.

Conhecer o acompanhamento: Estimulação cognitiva

Em que consiste?

A estimulação cognitiva envolve atividades variadas que mobilizam diferentes funções cognitivas e incentivam a participação. As propostas consideram os interesses, as capacidades e as necessidades identificadas na avaliação.

Como é definido o acompanhamento?

O profissional ajusta a complexidade e o ritmo das atividades e acompanha a resposta. O objetivo é apoiar a participação e o funcionamento no quotidiano, de acordo com a situação clínica.

Resultados e limites

Os benefícios variam entre pessoas e condições. A estimulação cognitiva não garante a prevenção de demência nem a reversão de uma doença neurodegenerativa. Quando existem alterações cognitivas, integra um plano de cuidados adequado à avaliação.

Informação complementar · Organização Mundial da Saúde (em inglês, abre numa nova janela)
A PRIMEIRA CONSULTA

Conhecer a sua história.
Definir os próximos passos.

A primeira consulta permite conversar sobre o motivo do pedido, as dificuldades atuais e o que gostaria de mudar. O profissional explica a abordagem, combina objetivos e esclarece a frequência e as condições do acompanhamento.

Quando o pedido envolve memória, atenção ou outras funções cognitivas, é esclarecida a necessidade de avaliação neuropsicológica. Avaliação e intervenção são etapas distintas; não precisa de saber antecipadamente qual a mais adequada.

Respeito pelo seu ritmo e pela sua autonomia.

O acompanhamento respeita a confidencialidade e os seus limites, explicados pelo profissional. A articulação com outros cuidados é discutida consigo quando necessária.

PSICOLOGIA INFANTIL

Compreender a criança.
Apoiar a família.

O acompanhamento considera a idade, o desenvolvimento e os contextos familiar e escolar. Conheça alguns dos temas que pode trazer à consulta.

Compreender o que sente

Emoções, medos e ansiedade

Medos intensos, preocupações ou dificuldade em separar-se dos pais podem afetar a rotina da criança.

Conhecer o acompanhamento: Emoções, medos e ansiedade

Quando procurar apoio?

Alguns medos fazem parte do desenvolvimento. Importa avaliar quando são persistentes, causam sofrimento ou dificultam o sono, a escola, as brincadeiras e as relações.

Como pode ajudar a consulta?

A intervenção adapta a linguagem e as atividades à idade, ajudando a criança a reconhecer emoções e a lidar com situações difíceis. A participação dos cuidadores é combinada ao longo do acompanhamento.

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Olhar além do comportamento

Comportamento e autorregulação

Birras frequentes, impulsividade ou dificuldade em lidar com a frustração podem ser compreendidas no contexto do desenvolvimento.

Conhecer o acompanhamento: Comportamento e autorregulação

Compreender antes de rotular

A avaliação considera a idade, as situações em que o comportamento surge, a sua frequência e o impacto. Procura compreender necessidades e dificuldades, sem reduzir a criança a um comportamento.

Estratégias para o quotidiano

O acompanhamento pode trabalhar a expressão emocional, a tolerância à frustração e estratégias consistentes entre os cuidadores. Os objetivos são ajustados à criança e à realidade familiar.

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Acompanhar a vida escolar

Adaptação à escola e dificuldades no dia a dia

Recusa em ir à escola, insegurança ou dificuldades de concentração podem justificar uma avaliação do que está a acontecer.

Conhecer o acompanhamento: Adaptação à escola e dificuldades no dia a dia

Uma visão do contexto

São considerados os fatores emocionais, as rotinas, as relações e as exigências escolares. Uma dificuldade na escola não significa, por si só, uma perturbação da aprendizagem ou de atenção.

Articular o apoio

Quando necessário e com as autorizações adequadas, pode ser discutida a articulação com a escola e outros profissionais. Se houver indicação para avaliação específica da aprendizagem ou do desenvolvimento, os próximos passos são esclarecidos.

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Sentir-se segura nas relações

Autoestima e relações com outras crianças

Isolamento, insegurança, conflitos ou situações de bullying podem afetar o bem-estar e a participação da criança.

Conhecer o acompanhamento: Autoestima e relações com outras crianças

Dar espaço à experiência da criança

A consulta permite explorar como a criança se vê, o que sente nas relações e onde encontra dificuldades. As atividades respeitam a idade e a forma como comunica.

Apoiar e proteger

Podem ser trabalhadas a expressão de necessidades e as competências sociais. Perante bullying, o apoio deve envolver os adultos responsáveis e a escola; a responsabilidade de resolver a situação não é colocada na criança.

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Apoiar a adaptação

Luto e mudanças familiares

A perda de alguém, uma separação ou outras mudanças na família podem trazer dúvidas, tristeza e alterações no comportamento.

Conhecer o acompanhamento: Luto e mudanças familiares

Respeitar a idade e o ritmo

As crianças podem expressar sofrimento de formas diferentes. A consulta oferece espaço para compreender o que mudou e dar significado às emoções, sem impor uma forma única de reagir.

Incluir a família

Os cuidadores podem receber orientação sobre comunicação adequada à idade, rotinas e formas de apoiar a criança. O acompanhamento é ajustado às necessidades identificadas.

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Cuidar de quem cuida

Orientação parental e rotinas

Um espaço para os cuidadores esclarecerem dificuldades com limites, comunicação e organização do quotidiano.

Conhecer o acompanhamento: Orientação parental e rotinas

Encontrar estratégias possíveis

O trabalho considera a fase de desenvolvimento, as necessidades da criança e os recursos da família. Podem ser discutidas rotinas, transições e respostas a comportamentos difíceis.

Trabalhar em colaboração

O objetivo é apoiar os cuidadores, sem culpabilização. As estratégias são revistas conforme a resposta da criança e podem integrar o acompanhamento psicológico infantil.

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Uma abordagem adaptada à criança.

A avaliação pode incluir conversa com os cuidadores, observação e atividades adequadas à idade. A necessidade de outros cuidados é discutida com a família, sem atribuir diagnósticos apenas a partir de um comportamento ou de uma dificuldade isolada.

ANTES DA SUA VISITA

Prepare a sua consulta.

Pode anotar as principais dificuldades ou questões que pretende abordar. No acompanhamento infantil, a receção esclarece quem deverá estar presente na primeira consulta.

Dúvidas frequentes.

Preciso de ter um diagnóstico para procurar Psicologia?

Não. Pode procurar apoio quando sente sofrimento, dificuldades na rotina ou vontade de compreender melhor o que está a viver. A primeira consulta ajuda a esclarecer o pedido e os próximos passos.

Quantas consultas vou precisar?

A frequência e a duração dependem da avaliação, dos objetivos e da evolução. O plano é discutido consigo e revisto ao longo do acompanhamento.

Avaliação neuropsicológica e acompanhamento psicológico são a mesma coisa?

Não. A avaliação neuropsicológica procura caracterizar capacidades cognitivas e dificuldades, considerando também os fatores emocionais. O acompanhamento psicológico é um processo de intervenção; as duas abordagens podem complementar-se.

Esquecimentos significam que tenho demência?

Não necessariamente. A memória pode ser influenciada por diferentes fatores, incluindo sono, estado emocional, medicação e problemas de saúde. Alterações persistentes ou que afetam a autonomia justificam avaliação. Confusão súbita exige avaliação médica urgente.

A estimulação cognitiva serve para todas as pessoas?

Não existe um programa único adequado a todos. A indicação, as atividades e os objetivos dependem da avaliação, das capacidades e dos interesses da pessoa. Os benefícios variam consoante a situação clínica.

Posso levar alguém à consulta?

Pode comunicar essa preferência à receção. A participação de familiares ou cuidadores é combinada consigo e com o profissional, respeitando a sua autonomia e a confidencialidade.

Quem deve estar presente na primeira consulta infantil?

Confirme com a receção antes da visita. A organização da primeira consulta depende da idade e do motivo do pedido; pode incluir uma conversa com os cuidadores, com a criança ou com ambos.

Como explicar à criança que vai ao psicólogo?

Use palavras simples: vai conhecer alguém que ajuda crianças a compreender emoções e dificuldades. Evite apresentar a consulta como castigo ou como forma de corrigir uma criança que se porta mal.

Os pais participam no acompanhamento?

A participação é combinada com o profissional, conforme a idade e as necessidades. São esclarecidos o consentimento, a privacidade da criança, a informação partilhada com os cuidadores e os limites da confidencialidade.

Posso esclarecer os valores antes de marcar?

Sim. A receção pode informar sobre o valor da consulta ou avaliação e esclarecer as condições aplicáveis antes de confirmar a marcação.

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